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sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Banda Convidada para a Festa

Quem conhece essa música, vai cair pra trás. Quem não conhece...dê um play e divirta-se!


O Meu Avô
A Turma do Balão Mágico
Composição: H. Herrero / L. G. Escolar / Edgard Poças

O meu avô é doce como um caramelo
O meu avô é fofo como um algodão
O meu avô tem muitas coisas e um castelo
De mentirinha, mas é um bruta castelão!
O meu avô conta piadas engraçadas
O meu avô tem figurinhas de montão

Muita graça, muito riso
Meu avô sabe brincar
É tão lindo o seu sorriso
E é meu aaa aaa aaa aaaaa.....

Avozinho, avozinho, avozinho dá um beijo
Dá um beijo avozinho, um beijinho, meu amor
Avozinho, avozinho, avozinho dá um beijo
Dá um beijo, vovozinho, um beijinho por favor
La la la la tchu ru ru....

O meu avô tem uma estátua voadora
O meu avô tem um isqueiro de vulcão
O meu avô corta fumaça com tesoura
De mentirinha o meu avô é campeão
O meu avô tem dois anéis lá de Saturno
O meu avô tem plantação de macarrão

Muita graça, muito riso
Meu avô sabe brincar
É tão lindo o seu sorriso
E é meu aaa aaa aaa aaaaa.....

Avozinho, avozinho, avozinho dá um beijo
Dá um beijo avozinho, um beijinho, meu amor
Avozinho, avozinho, avozinho dá um beijo
Dá um beijo, vovozinho, um beijinho por favor

domingo, 14 de setembro de 2008

Raridade


Hoje eu e a Dirlene levamos ao vô uma raridade: um cd com as músicas do disco Gaudério, de Délvio Oviedo, da década de 80. Uma delas ("Botucaraí") é de autoria de um dos filhos do vô: Moacir Danilo Rodrigues. Pra ouvir, é só apertar "play", vivente!

Botucaraí
Moacir Danilo Rodrigues / Délvio Oviedo

Quantas saudades do meu rio, em que criança
Tomava banho e pescava lambari.
Ou então, nas noites quentes de verão
Atava espera nos galhos do Sarandi.

Nadava sempre com minha junta de porongos,
domando firme as tuas belas corredeiras.
Nas tuas barrancas maneamos nossa história,
pealados juntos pelas mesmas boleadeiras.

Lembro-me, ainda, que de tuas águas claras
fiz um espelho e, com orgulho, percebi
os primeiros pêlos da minha cara
de guri, de guri.
Os primeiros pêlos da minha cara
de guri, de guri.

Porém a vida me levou pra outros bretes
na correnteza sem controle do destino.
E hoje, quando volto pra minha querência,
nada encontro dos meus tempos de menino.

Ó meu rio, o que fizeram com tuas águas
antes tão puras e agora apodrecidas?
Onde o Dourado já não salta a cachoeira
e nenhuma vida dando vida a outras vidas

Lembro-me, ainda, que de tuas águas claras
fiz um espelho e, com orgulho, percebi
os primeiros pêlos da minha cara
de guri, de guri.
Os primeiros pêlos da minha cara
de guri, de guri."