
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
sábado, 16 de agosto de 2008
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
CONVITE !!!
Gepeto é fichinha!
Marceneiro de mão cheia, o vô Bealcino tem suas obras de arte espalhadas por muitos rincões. Tenho um porta-cd que ele inventou, além de uma mesinha de dobrar que é absurdamente prática. E depois ainda falam do Pinóquio...
Bealcino e as laranjas
Lembro de muitas visitas a Candelária, das quais eu voltava cheio de laranjas bem boas, colhidas com uma taquara enorme, com uma espécie de palmatória na ponta, cercada de pregos, que era o cestinho de coleta. Bons tempos...
Histórias galináceas
Uma época o Vô dizia que não podia ir a Porto Alegre, porque tinha que ficar cuidando das galinhas. Elas viraram canja e o Vô continua sem sair de Candelária... Hehehe.
Macega
Outra expressão típica do "Seu" Bealcino é "Firme o pé na macega". É algo do tipo "cuide da saúde para seguir em frente. Adoro essa.
Não se ressabeie...
Quem já não ouviu o vô "largar" essa? Portanto...não se resabeie e compareça ao almoço de aniversário!
Quero-Quero
O Antônio mandou este poema, que encontrou em Candelária, de autoria do Arnaldo Jacobi. Além de bonito, achei que tem tudo a ver como vô, no sentido da sua trajetória de 90 anos lutando por princípios morais, defendendo a sobrevivência da família e tudo o mais. O que acham?
QUERO-QUERO
Quero-quero que vives alerta
Por sob a coberta dos astros doirados,
Teu grito é o clarim da tropilha de guachos
De bravos, de machos, de índios ousados.
És o tipo de guasca sozinho no mundo
No fundo profundo do pampa gaudério
Teu brado nos lembra o esconso perigo
Teu grito de amigo - o cincerro sidéreo
Teu vulto solito de encontro ao minuano
Repete por ano mil vezes as
duendes, dos numes do povo campeiro
Que ostenta sombreiro, bombachas e palas
Por toda tua vida serás o emblema
Do verso, do poema gritado distante
Serás sentinela de peito
enfrenta de frente o perigo constante
Tu que em meio à macega defendes o ninho
E enfrentas sozinho mais forte rival
Nos deixes plantado no solo farrapo
O exemplo do guapo charrua imortal.
Arnaldo Jacobi - Candelária 02/08/63
QUERO-QUERO
Quero-quero que vives alerta
Por sob a coberta dos astros doirados,
Teu grito é o clarim da tropilha de guachos
De bravos, de machos, de índios ousados.
És o tipo de guasca sozinho no mundo
No fundo profundo do pampa gaudério
Teu brado nos lembra o esconso perigo
Teu grito de amigo - o cincerro sidéreo
Teu vulto solito de encontro ao minuano
Repete por ano mil vezes as
duendes, dos numes do povo campeiro
Que ostenta sombreiro, bombachas e palas
Por toda tua vida serás o emblema
Do verso, do poema gritado distante
Serás sentinela de peito
enfrenta de frente o perigo constante
Tu que em meio à macega defendes o ninho
E enfrentas sozinho mais forte rival
Nos deixes plantado no solo farrapo
O exemplo do guapo charrua imortal.
Arnaldo Jacobi - Candelária 02/08/63
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